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A Chevron foi multada em questão de dias em 150 milhões de reais, e depois de mais algumas semanas o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro esta pedindo a Justiça Federal indenização de 20 Bilhões de Reais. Como chegaram a esses numero ninguém sabe. Além da multa encaminhou pedido para que a Chevron e a empresa dona da plataforma, a Transocean, sejam proibidas de atuar em território Brasileiro sob multa de 500 milhões de reais. Números grandes, velocidade recorde e uma matemágica inexplicada.
Agora é a vez da Petrobras. Um navio que esta sendo transformado em sonda para a estatal Brasileira que explora o Petróleo vazou 10 mil litros de óleo na Baia de Ilha Grande. Não em alto mar sem atingir praias e reservas ambientais. Não não. Dentro da Baia de Ilha Grande e o óleo certamente atingirá o ecossistema da região.
Rapidamente, se não fica feio né, a empresa (Modec) recebeu multa de 10 milhões de reais. Bem menos que a Chevron. Diga-se de passagem que o método que estão adotando para combater o derramamento é a dispersão mecânica, tão criticado no episódio Chevron/Transocean, mas que agora esta sendo tolerado. Segundo o próprio secretário Carlos Minc: “Este acidente é infinitamente menor do que o provocado pela americana Chevron, na Bacia de Campos, mas o impacto ambiental é bem maior, já que ocorreu num região bastante sensível do ponto de vista da biodiversidade.”
Se seguirmos a lógica, tal qual algumas semanas atrás o Ministério Público Estadual deve pedir que a Petrobras seja condenada a pelo menos uma multa de 20 Bilhões de Reais e claro a proibição de suas atividades em território nacional. Ou será que teremos dois pesos e duas medidas?
Vejam bem, não estou defendendo nem a Chevron nem a Petrobras. Mas a questão é que indivíduos estão usando esses episódios para se promover e não estão fazendo um trabalho sério e detalhado a fim de determinar causas, danos e indenizações coerentes. A ANP, que é loteada por um partido nacionalista, não vai agir da mesma maneira contra a Petrobras, e tão pouco ira o MP. Isso evidencia que estamos lidando de maneira amadora e politica com um problema técnico e muito sério.
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Eah, Jan… O que vc posstou sobre a cultura do meu umbigo se estende ao corporativismo tbm.
meu amigo é claro como água da lagoa rodrigo de freitas… a CHEVRON ainda não faz doações de campanha para políticos cariocas, bem como ainda não patrocina eventos na cidade e nem no estado do RIO DE JANEIRO… Por sua vez, a PETROBRAS, não só faz pomposas doações de campanha mas também patrocina todo tipo de evento e eventos culturais por este pais a fora… a PETROBRAS, tem em seu poder, prefeitos, governadores, vereadores e deputados… é o famoso toma lá dá cá…
veja o movimento gota d’água, artistas interessados em indios, em sustentabilidade e em preservação de florestas… tudo muuuuito bunitinho e legal… porém voce não vê movimentos destes contra a CHEVRON ou PETROBRAS… E sabe o porque… peças de teatro e outros eventos culturiais pela cidade do rio e pelo pais são bancados pelas petroleiras…